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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Gigantes da aviação não têm privatização da TAP no radar


Qatar, Lufthansa, Emirates e TAM rejeitam interesse na venda da companhia, que o Governo quer relançar. Efromovich é o eterno candidato.
Só Efromovich está interessado na TAP Paulo Ricca 
 
Não, não e não. É esta a resposta generalizada das companhias de aviação a um possível interesse na privatização da TAP. Da Europa à América Latina, sem esquecer as emergentes transportadoras do Médio Oriente e da Ásia, a venda que o Governo português quer relançar parece não estar a despertar a atenção.

Apenas Germán Efromovich, único candidato na primeira ronda mas que viu a oferta rejeitada, se assume como potencial comprador.

À margem da 69ª Assembleia Geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), na Cidade do Cabo, os presidentes de algumas das maiores companhias de aviação do mundo tiraram a TAP do radar.

Mesmo aqueles que chegaram a ser dados como novos acionistas da transportadora aérea do Estado, como é o caso da Qatar Airways (chegou a noticiar-se que compraria 49% do capital), afastam essa possibilidade.

O mesmo acontece com a Lufthansa, a Emirates ou a brasileira TAM. O Governo ainda não relançou a operação porque quer primeiro resolver o problema da deficitária unidade de manutenção no Brasil (que tem, como o PÚBLICO avançou, a Embraer como um dos interessados).

No entanto, a resposta do mercado parece não estar à altura das aspirações do executivo, que está pressionado pelo programa de privatizações acordado com a troika. Só Germán Efromovich, único candidato à primeira tentativa de venda, se assume como candidato. A jornalista viajou a convite da IATA
ECONOMIA PT

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