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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Entenda a razão das reivindicações dos aeronautas

A aviação regular brasileira vem crescendo de forma acelerada desde 2004. O principal indicador de desempenho do setor, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e a Organização de Aviação Civil Internacional (ICAO/ONU) é medido pela evolução do nº de passageiros transportados multiplicado pelos quilômetros voados (PAX x KM TR).

A tabela a seguir apresentada foi elaborada pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA):

Fonte: SNEA

Se observarmos o ano de 2010 e compararmos, mês a mês, com 2005 iremos verificar um crescimento médio da demanda de, pelo menos 100% nos últimos cinco anos, ou seja, o setor dobrou de tamanho, algo inédito no mundo para um intervalo de tempo tão curto. Vale destacar que, dentre as empresas aéreas, as menores cresceram muito acima de 100%. Há cinco anos, elas detinham menos de 5% do mercado. Hoje sua participação chega a 18%.

Para fins comparativos, segundo dados disponibilizados nos Anuários da ANAC, a evolução do emprego para aeronautas foi de apenas 22,74% no mesmo período, uma média anual de 4,18%.

Portanto, para um crescimento de 100% na demanda pelo transporte aéreo regular no Brasil, houve um acréscimo de 22,74% no nº de aeronautas contratados nos últimos cinco anos. Ao dividirmos os dois indicadores, ou seja, a evolução da demanda, dividida pela evolução do emprego chegamos a uma produtividade do trabalho do aeronauta de 62,95%, ou seja, nos últimos cinco anos houve um aumento de quase 63% na intensidade média do trabalho exigida ao aeronauta.

Como “recompensa”, no mesmo intervalo de tempo, os salários receberam um aumento real (descontada a inflação) de apenas 5,62%.

Em 2010, segundo a ANAC em “Dados Comparativos Avançados”, de janeiro a outubro, a demanda das empresas cresceu 25% e 21,29% em seus segmentos domésticos e internacionais, respectivamente, quando comparada com o mesmo período de 2009.

Segundo a CVM – Comissão de Valores Mobiliários – TAM e GOL, responsáveis por 82% do mercado doméstico e 100% do mercado internacional brasileiro, apresentarão lucro líquido de R$ 527 milhões e R$ 82 milhões respectivamente, até setembro de 2010, antes do início da alta temporada, época em que as empresas realmente ganham muito dinheiro. Para que se tenha noção do peso da alta estação nos resultados das empresas aéreas, em 2009 o lucro líquido da GOL, que era de R$ 78 milhões até setembro, atingiu R$ 493 milhões em dezembro.

Para a Consultoria ECONOMATICA, a TAM é atualmente a empresa aérea mais lucrativa dentre todas as da América Latina e Estados Unidos (conforme anexo).

A PAUTA ECONÔMICA DOS AERONAUTAS

CLÁUSULA 02 – SALÁRIOS: Reajuste de 15%.

JUSTIFICATIVA: A projeção é de que o INPC atinja 6% no acumulado dos doze meses que antecedem a data-base dos aeronautas. A produtividade do trabalho para 2010 foi medida com base na evolução do Indicador Passageiro Quilômetro Transportado (doméstico e internacional) até outubro – de 23% - dividido pelo crescimento médio na geração de emprego para os aeronautas – de 4,18%. O Resultado indica uma produtividade do trabalho de 18%. Ainda assim, os aeronautas optaram por um reajuste de apenas 15%, aí incluso o INPC de 6%.

CLÁUSULA 03 – PISOS SALARIAIS

  1. Comissários: R$ 2.000,00
  2. Mecânicos de Vôo: R$ 3.000,00
  3. Pilotos: R$ 4.000,00
JUSTIFICATIVA: Com o fim da VARIG, VASP e TRANSBRASIL, as empresas remanescentes bem como as novas entrantes promoveram um fortíssimo achatamento dos salários dos aeronautas. Para que se tenha idéia, o piso atual de um comissário de bordo é de apenas R$ 1.202,04. Visando iniciar um processo de recuperação de seus patamares históricos, os aeronautas fixaram sua demanda tendo como referência o Salário Mínimo do Dieese, calculado com base na Constituição Federal. Em outubro seu valor era de R$ 2.132,09. Em Assembléia decidiu-se por arredondar o valor para baixo – R$ 2.000,00 – fixando os pisos em 1 Salário Mínimo do Dieese para os comissários, 1,5 para os mecânicos de vôo e 2 para os pilotos.

CLÁUSULA 04 – DIÁRIAS DE ALIMENTAÇÃO: R$ 50,00 para vôos domésticos e as diárias internacionais serão pagas de forma regionalizada, isto é, Estados Unidos da América, Comunidade Européia e América Latina, conforme os valores discriminados respectivamente: U$ 30,00, € 35,00 e U$ 25,00, para as principais refeições e para o café da manhã U$ 19,00, € 19,00 e U$12,00.

JUSTIFICATIVA: Como é de conhecimento geral, a Alimentação é o grande responsável pela aceleração inflacionária verificada em 2010. A pedida é por um reajuste de 15% para as diárias domésticas, equivalente ao mesmo percentual demandado para os salários.
Quanto às diárias internacionais, estas estão congeladas a mais de cinco anos em valores insuficientes para uma alimentação equilibrada. Os valores atualmente praticados vão de US$ 18,00 na América Latina e US$ 21 nos Estados Unidos. Vale ressaltar que a Convenção em vigor estabelece que: “o valor das diárias de alimentação, quando pagas em moeda local, será reajustado sempre que houver aumento no índice de custo de vida oficial do país em que estiver o aeronauta, na mesma proporção do aumento deste índice”. Infelizmente, o enunciado nunca foi cumprido pelas empresas.

CLÁUSULA 05 – SEGURO: R$ 20.000,00

JUSTIFICATIVA:
O seguro cobre morte e invalidez permanente. O valor atualmente fixado é de apenas R$ 9.159,00, considerado irrisório pelos aeronautas. Por isso, a demanda é por um valor de R$ 20.000,00.

CLÁUSULA – CESTA BÁSICA: R$ 300,00 extensivo a todos os aeronautas.

JUSTIFICATIVA:
Conquista recente dos aeronautas, o valor atual é de R$ 193,93, mas apenas para aqueles que ganham até R$ 2.345,00. Dados os baixíssimos salários praticados pelas empresas, a demanda é por um ajuste para R$ 300,00 para todos os aeronautas.

CONCLUSÃO


O desempenho experimentado pelo setor aéreo brasileiro, com a demanda dobrando de tamanho nos últimos anos, com destaque para as menores empresas, bem como pelos lucros obtidos, destacados como os maiores das Américas, conforme anteriormente demonstrado, justificam plenamente o atendimento na íntegra às justas reivindicações dos aeronautas.
sna

O que aconteceu com o PR-EJR?

Aê pessoal, é verdade que hoje por volta das 11:30, o PR-EJR(C172) sofreu um incidente aeronáutico lá em Jundiaí???
Essa aeronave é da EJ.Dizem que a aeronave ficou um regaço,perdeu até os trens de pouso.

Alguem sabe de mais alguma coisa?
contato radar

PR-MBE fez pouso técnico em Palmas e causou transtorno à Infraero

Para os funcionários do Aeroporto de Palmas que pensavam que o último dia 05 seria mais um simples domingo, se enganaram. Durante a madrugada, às 0333LT, ainda com o serviço do AFIS (Rádio), um A320 da TAM, PR-MBE, pousou em Palmas com problemas técnicos, a aeronave estava fazendo o voo TAM3539, de Belém para Guarulhos.

Esse é o começo de uma longa história.

Adicional à este voo, ainda temos o TAM3814, pousou às 1305LT, e o GLO1202, pousou às 1132LT, ambos regular para Brasília.

Para completar, por causa do problema, às 1241LT, pousou em Palmas outro A320 da TAM, voo TAM3479, este procedente de SBPS para buscar os passageiros do PR-MBE.

Colocando na ordem cronológica:

TAM3539 (MBE) – 0333LT

GLO1202 – 1132LT

TAM3479 – 1241LT

TAM3814 – 1305LT

No pátio principal de Palmas temos “3″ posições praticáveis para a aviação comercial de grande porte. E aí está o problema, temos 3 posições, e naquele momento tinhamos 4 aeronaves. O que fazer?

A posição 4, até onde eu sei, ela está com alguns problemas que impedem o recebimento de aeronave de grande porte (o EMB145 da Passaredo fica nela).

Explicando o desenho:

O PR-MBE, A320, ficou na linha de taxi do pátio, próximo à TWY B. (nas posições 8, 7, 6, 5 existem aeronaves de pequeno porte). O GLO1202 ficou na posição 3. O TAM3479 (SBPS) na posição 2. E o TAM3814 (SBBR) ficou na posição 1.

Mas enfim, até agora, qual o problema disso tudo?

O maior problema foi justamente o GLO1202 pedir pushback e acionamento na hora em que a tripulação do MBE estava desembarcando próximo à TWY B. Por causa do “jet blast” o pessoal de solo da Infraero achou melhor por não deixar o GLO puxar e acionar naquele momento.

Como nenhum piloto é besta, o GLO começou a reclamar daquela situação. Ora, um avião que não ia voar, estava atrasando o voo de quem tinha horário para cumprir. Passados alguns minutos, o GLO fez o pushback e decolou normalmente às 1320LT.

O TAM3815 que ia para Brasília decolou às 1348LT.

Já o A320 que veio de Porto Seguro decolou para Brasília, como TAM3479 com 110 a bordo, às 1331LT.

O MBE decolou às 1750LT, com 7 a bordo, como TAM9399 para SBCF.

Por um dia, Palmas passou pela experiência de receber mais aeronaves do que a infraestrutura permite. Situação esta que diversos aeroportos espalhados pelo Brasil enfrentam diariamente.

eagle sky

Rizon Jet é a mais nova operadora do Airbus ACJ

A Rizon Jet vai operar uma aeronave A318 ACJ adquirida por um cliente da região do Golfo. (Foto: Airbus)

A Rizon Jet de Doha, no Qatar, tornou-se a mais nova operadora de uma aeronave Airbus Corporate Jetliner (ACJ), a qual gerenciará a frota para um novo cliente da região do Golfo que encomendou a aeronave no começo desse ano.

A mais recente encomenda fortalece a presença dos jatos corporativos da Airbus na região, a qual é um dos maiores mercados de jatos de negócio do mundo. Como parte do contrato de gerenciamento, a Rizon Jet oferecerá a seus clientes serviços de consultoria em processos de design e finalização de novos projetos.

A entrega de uma Airbus ACJ “ecológico” está planejada para 2011, com uma aeronave modernizada sendo entregue para um cliente em 2012. O novo interior refletirá o mais moderno padrão de luxo na aviação executiva.

cavok

EMBRAER irá instalar spoilers no Phenom 100


A EMBRAER anunciou durante a conveção MEBA (Middle East Business Aviation), evento sendo realizado em Dubai durante esta semana, que irá instalar spoilers nos jatos executivos Phenom 100, informou a Flight International.

A novidade é uma resposta a incidentes ocorridos com o avião quando os pilotos tiveram dificuldades em parar a aeronave (apesar das investigações já concluídas de algumas delas terem apontado erro dos pilotos), e irá atuar de forma a melhorar a performance de frenagem da aeronave.

O sistema sendo desenvolvido consiste de duas placas em cada asa e será acionado automaticamente através do recebimento de sinais de detectores de pressão nas rodas durante o pouso.

A EMBRAER irá instalar os spoilers nos Phenom 100 a serem fabricados bem como oferecê-los como retrofit para os clientes que já voam o avião.
bga

Nova opção Viracopos-Galeão com a Azul


A rota Viracopos-Rio de Janeiro/Galeão, atualmente servida por Tam e Gol, ganha uma nova opção a partir de fevereiro de 2011.

Já encontram-se em análise na ANAC pedidos da Azul para frequências nessa rota, fazendo com que o Aeroporto Internacional do Galeão passe a ser mais uma base da empresa. A previsão de início dos voos é para 1º de fevereiro.
rmc aviação

Primeira classe da Swiss recebe prêmio de melhor design


A Swiss International Air Lines conquistou o prêmio “Best Seat Design Award” com seu assento de primeira classe, anunciado pela revista Global Traveler. Este é o sétimo ano consecutivo em que a revista realiza a pesquisa que resulta na premiação, abrangendo mais de 25 mil usuários de serviços de luxo em todo o mundo.
JORNAL DE TURISMO

MegaPromo TAM: Promoção de Passagens dá 90% de desconto

promoção de passagens aereas tam

Confira a promoção de passagens aéreas TAM que dá até 90% de desconto nas passagens nacionais...

Horários do “Rosa e Azul”

Quer ver o “Rosa e Azul”? Segue um calendário divulgado pela companhia para os horários e as cidades que a aeronave irá visitar até o final do ano:

Dia 8 – Campo Grande – 13h50′

Dia 9 – Salvador – 13h49′

Dia 10 – Brasília – 10h18′ e Confins – 15h15′

Dia 14 – Recife – 09h18′, Fortaleza – 11h07′ e São Luís – 12h50′.

EAGLESKY

Nota de Falecimento Cmra. Sully - VASP



É com extremo pesar que comunicamos o falecimento da colega Sully, que foi comissária da Vasp e dirigente sindical muito atuante na década de 80. Com certeza deixará muitos ensinamentos e saudades.
Ela estava hospitalizada em São Paulo e faleceu na madrugada do dia 07. Seu corpo foi encaminhado à Vila Alpina (SP) onde foi cremado.

Lamentamos o ocorrido e oferecemos nossas condolências e nossos préstimos aos familiares e amigos, para que tenham muita força nesta hora de extrema dor.
sna

Mandato novo, avião novo


charges.uol.com.br

Ônibus na web

Três empresas de ônibus do Rio - 1001, Cometa, Expresso do Sul e Macaense - inauguraram sexta agora, na Rodoviária Novo Rio, uma sala exclusiva para os passageiros que compram bilhetes pela internet. Na SalaNET, como foi batizada, os viajantes podem retirar as passagens compradas pela web em dez terminais de autoatendimento.

É a segunda sala do gênero no país. A primeira foi em São Paulo, no Terminal Rodoviário Tietê.

Ainda na área de tecnologia, a 1001 está investindo R$ 500 mil no desenvolvimento de um aplicativo que permita a compra de passagens pelo iPhone. A expectativa é que antes do fim da alta temporada o serviço esteja disponível.

ancelmo.com

Piloto Sugeriu trocar o presidente da empresa e acabou sem emprego

Piloto da Ryanair respondeu à letra ao presidente da companhia e acabou deslocado para «o fim do mundo». no fim, demitiu-se

Calendário Ryanair 2011Um piloto da Ryanair resolveu armar-se em engraçadinho e acabou numa situação nada engraçada: sem emprego.

Morgan Fischer sugeriu que a companhia aérea de baixo custo, conhecida pelas sugestões excêntricas para poupar, trocasse o seu excêntrico presidente, Michael O¿Leary, por um assistente de bordo júnior, precisamente para cortar custos.

O piloto que sugeriu substituir Michael O’Leary por uma assistente de bordo júnior para poupar dinheiro à companhia demitiu-se depois de ter sido enviado para a base de Kaunas, Lituânia, considerada a "sibéria" da Ryanair .

Michael O'Leary parece não apreciar tanto uma boa provocação, quando esta lhe é destinada a si.

O comandante que sugeriu substituir o responsável por uma hospedeira de bordo, pediu a demissão depois de ter sido enviado da base no Sul de França, onde estava, para Kaunas, que é a segunda maior cidade da Lituania.

Morgan Fischer é um antigo comandante da companhia aérea e autor de uma resposta insolente a Michael O’Leary, depois de este ter sugerido substituir os co-pilotos dos aviões por assistentes de bordo. A medida permitiria poupar “uma fortuna” na navegação de aviões tão sofisticados que o “computador faz quase todo o voo”, segundo o CEO da companhia irlandesa.

Um comentário que terá levado o comandante baseado no Sul de França a responder à letra e a sugerir que se substituísse o CEO da companhia “low-cost” por uma assistente de bordo júnior, poupando a diferença entre a sua remuneração e o salário de 13,2 mil euros anuais auferido pelas assistentes. O comandante ter-se-á demitido depois de ter sido colocado numa plataforma aérea que a Ryanair detém em Kaunas, a segunda maior cidade da Lituania.

“Esse foi um grande pontapé nos dentes, que lhe deram”, disse um colega contactado pelo Financial Times. “Kaunas é considerada a Sibéria para os pilotos da Ryanair. É muito impopular ser-se mandado para lá. É no fim do mundo e fala-se uma língua completamente diferente. Está-se na Europa de Leste e o dinheiro [que se ganha] é terrivelmente mau”.

Isto no seguimento do encerramento da plataforma de “Aix-en-Provence”, em Provença, próxima de Marselha. O comandante que vivia na cidade do sul de França com a família e se encontrava resolver um conflito contratual com a companhia há um ano, foi um dos 30 pilotos confrontados com o encerramento dessa base.

Quando o convidaram a pedir outra localização, recusou com receio de que a sua requisição fosse interpretada como um acordo para um novo, e porventura menos favorável, contrato de trabalho com a companhia. No seguimento disto, o piloto foi convidado a deslocar-se para a cidade lituana.

O responsável de comunicação da Ryanair, Stephen McNamara, disse que não pode fazer comentários acerca de trabalhadores individualmente, mas que menos de 10 dos 30 pilotos que foram convidados a pedir uma nova localização não a apresentaram. Esses foram convidados para bases localizadas em Portugal, Espanha, Inglaterra e Lituânia, disse o responsável à publicação londrina.
jornal de negócios

Radialista ajuda piloto em pouso de emergência

Radialista Patrícia França apresenta programa na Rádio 93 FM
Esta história poderia ser trágica e ganharia a manchete de todos os jornais do país, mas como tudo deu certo, os personagens continuaram anônimos.

Por volta das 8h20 da sexta-feira passada (3), uma aeronave bimotor modelo Piper PA-31 Navajo, de uma empresa de taxi aéreo não identificada, sofreu com uma pane em um dos motores quando sobrevoava o município de Alagoinhas, no nordeste do estado.
O avião, que partiu de Salvador rumo a Paulo Afonso, trazia apenas o piloto e co-piloto, e transportava documentos bancários.

O piloto tentou entrar em contato com as torres de comando da Infraero, quando percebeu que na região havia um verdadeiro buraco na cobertura de rádio. Sem comunicação com os controladores de voo, ele circulou a área por aproximadamente 20 minutos, na tentativa de visualizar uma pista ou espaço em que pudesse realizar um pouso de emergência. Foi quando, ao sintonizar uma FM local, ouviu o número de telefone da redação e entrou em contato, via celular, com a radialista Patrícia França, da Rádio 93 FM.


Em entrevista ao Bahia Notícias, a radialista relata que o piloto, em desespero, pediu informações sobre a existência de pistas de pouso na região. Como na cidade não há aeroportos, Patrícia França procurou policiais da cidade, que recorreram à cervejaria Schincariol, instalada em Alagoinhas. Foram mais 20 minutos de grande tensão e expectativa até que a iluminação da pista foi acesa e o pouso liberado, às 8h51, segundo consta no boletim de ocorrência policial.

Segundo a radialista, neste tempo, ela entrou ao vivo com o piloto na rádio, que sem esperanças chegou a projetar um desfecho trágico para o episódio. “No fim da ligação ele falou ‘não vai dar tempo. Muito obrigado e boa noite’. Eu fiquei desesperada e comecei a chorar”, conta. Ao pousar, o piloto e seu auxiliar estavam em prantos, segundo relata Patrícia, mas não deixaram de brincar com a situação. “Já que estamos em uma cervejaria, vamos tomar uma”, teria dito.
blog de cãndido sales

Um avião digno de Flash Gordon

O XFY-1 Pogo é uma das maiores raridades da engenharia aeronáutica. Este protótipo criado durante o que sem dúvida alguma foi a época dourada da engenharia aeronáutica, foi uma das primeiras tentativas bem sucedidas em criar um avião capaz de decolar verticalmente e, em vôo, assumir as características aerodinâmicas de um avião comum.


Seu desenho foi realizado durante os primeiros meses de 1951, nos quartéis gerais da lendária Convair, e na construção do primeiro e único protótipo, que fez seu primeiro vôo com combinação entre vôo vertical e horizontal em 2 de novembro de 1954, participaram a gigante Lockheed e o pessoal técnico da marinha dos Estados Unidos, ramo das forças armadas americanas que desde o primeiro momento, depois do fim da Segunda Guerra, se deu conta da necessidade e utilidade que poderiam ter os veículos de decolagem vertical no campo de batalha moderno.



Com um estilo muito similar ao dos foguetes interplanetários tão populares na ficção científica dos anos cinquenta este avião de pouco mais de 10 metros e meio de comprimento não só conseguiu decolar verticalmente com sucesso em todas seus testes, senão que ademais seu motor de aproximadamente 5.700 cavalos de potência conseguia, uma vez em vôo aéreo horizontal, impulsioná-lo a mais de 980 quilômetros por hora através dos céus da Califórnia.

Conquanto o protótipo realizou 70 decolagens e aterrissagens bem sucedidas e várias teste com transição de vôo vertical-horizontal, os resultados finais não foram satisfatórios para os financiadores do projeto, sobretudo no relacionado à aterrissagem precisa em um ponto geográfico pré-estabelecido, já que por não ter aerofólios reguláveis, não por capricho dos engenheiros senão uma conseqüência da atípica traseira da nave, era extremamente difícil para o piloto parar em um dado ponto do trajeto com eficiência para assim aproximar-se lentamente à zona de aterrissagem de forma adequada.

O projeto terminou sendo cancelado dois anos após o vôo inicial, deixando muitos engenheiros chateados, que asseguravam poder melhorar o desenho com os fundos necessários.
metamorfose digital


Lufthansa será 1° a usar biocombustível em voo regular


A partir de abril de 2011, a Lufthansa vai operar um Airbus A321 na rota regular Hamburgo-Frankfurt-Hamburgo, na Alemanha, durante um período de seis meses, no qual – após devida autorização – será utilizada uma mistura de combustível com 50% de querosene biossintético em uma das turbinas. Objetivo: a realização de um teste de longo prazo, no qual serão analisados os efeitos dos biocombustíveis sobre a manutenção e durabilidade das turbinas.

Na semana passada, o projeto de biocombustível para a sustentabilidade do tráfego aéreo, idealizado pela Lufthansa e subvencionado pelo governo alemão no âmbito do programa de pesquisas aeroespaciais, foi apresentado na Alemanha. Os custos totais de realização do projeto para a Lufthansa são estimados em cerca de 6,6 milhões de euros.

Só nestes seis meses de experiência serão economizadas aproximadamente 1.500 toneladas de CO2. Foi o que anunciou Wolfgang Mayrhuber, presidente da Lufthansa em Berlim. “Com isso, a Lufthansa será a primeira empresa aérea do mundo a utilizar biocombustível no transporte aéreo em um teste de longo prazo. É a continuidade da já comprovada estratégia de sustentabilidade que a Lufthansa implementou e que segue há anos”, disse Mayrhuber.
panrotas

Profissionalizem a Infraero


Não há presidente que assuma sem problemas à sua espera. Mesmo que o país ostente indicadores bastante positivos, alguns aspectos preocupantes da conjuntura econômica desafiarão a presidente Dilma Rousseff desde o dia da posse - inflação com rédeas frouxas, contas fiscais problemáticas etc.

Mas há também questões sérias pontuais, na máquina pública, capazes de tirar o sono de qualquer governante. Neste caso, inclui-se a Infraero, estatal responsável pela administração de todos os grandes aeroportos, com exceção do de Cabo Frio, onde já existe grande movimentação de cargas, em função das atividades da Petrobras no litoral fluminense.

Criada na ditadura militar para ser uma empresa enxuta, a Infraero inchou como qualquer estatal. Cobiçada por ser dona de grande orçamento de obras, ela entrou na ciranda fisiológica de troca de cargos por votos no Congresso orquestrada sem pudores na Era Lula.

Se o governo Dilma precisa dar respostas corretas e imediatas aos desequilíbrios na economia - por razões óbvias -, a Infraero necessita de uma reforma radical, sob o risco de o Brasil permitir manchas sérias na sua imagem de promotor de grandes eventos internacionais, caso os aeroportos entrem em pane - como têm entrado em algumas ocasiões - na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016.

É, portanto, correta, sensata a intenção de Dilma de contratar no mercado um superexecutivo para colocar a estatal nos trilhos. Até para licitar terminais junto ao setor privado, como se espera venha a ocorrer, ela precisa ganhar eficiência. A Infraero sairia, ainda, da órbita do Ministério da Defesa, com a criação da Secretaria de Aviação Civil, a que ficaria subordinada. É mesmo importante profissionalizar a estatal, sem o que o sucesso da Copa e das Olimpíadas - eventos para os quais um eficiente sistema de transporte é essencial - estará comprometido.

A presidente eleita enfrentará problemas políticos para retirar a Infraero do mapa da fisiologia. Noticia-se, por exemplo, que o PMDB, já às turras com a equipe de transição devido a interesses até agora contrariados na partilha de ministérios, também deseja a presidência da estatal, cujo orçamento do ano que vem é de R$ 1,2 bilhão, parte dele a ser gasta com grandes empreiteiras, conhecidas pela prodigalidade no financiamento de campanhas eleitorais.

O baiano Geddel Vieira Lima, ex-ministro da Integração Nacional e candidato peemedebista derrotado na eleição para o governo do estado, pleiteia o cargo. Será desastroso se Geddel ou qualquer outro político vier a dirigir a Infraero. O político baiano, por sinal, já demonstrou seu estilo administrativo, à frente do Ministério: privilegiou o estado em que tem base eleitoral na distribuição de verbas para projetos de prevenção de acidentes naturais, dentro do figurino clientelista de "comprar" votos com a manipulação de dinheiro público.

A Infraero e seus mais de 10 mil funcionários já deram demonstrações suficientes de que não conseguirão se desincumbir como é preciso do já atrasado programa de ampliação e reforma de grandes aeroportos, como Guarulhos e o Galeão (Tom Jobim). Profissionalizar a estatal é mesmo o que precisa ser feito.

o globo

A aviação brasileira como nunca civil!


Ao tentar concatenar os acontecimentos à minhas ideias, durante a composição deste texto, por várias vezes me vi obrigado a refazer alguns parágrafos. Primeiro porque me faltou compreensão do que se propõe a nova Aviação Civil Brasileira. Como sempre, procurei por uma imagem análoga e adotei um pintinho de galinha como símbolo da categoria. Galinha voa? Pois ao que me parece a Aviação Civil Brasileira não tem também a pretensão de alçar longos voos, ou pelo menos de voar como as grandes águias. Não vi uma manifestação sequer do setor empresarial em prol da modernização do conceito ATC/ATM brasileiro como se aviões voassem sozinhos. Ao fixar o olhar no próprio umbigo, o transporte aéreo como um todo, não precisará chegar até a Copa do Mundo de 2014 para comprovar sua ineficiência, ineficácia e antipatia perante a opinião pública. Preferir o "status quo" do ATC como forma de mascarar as justificativas para os "apagões" causados por overbooking, estouro de escala de crew, aeronave com manutenção preventiva atrasada, etc, não me parece uma estratégia sensata, muito menos segura. Em breve teremos notícias.

A aviação civil de um país continental como o Brasil não voará bem se não tiver um serviço de controle e gerenciamento aéreo de qualidade, com profissionais competentes, selecionados, preparados e engajados num processo de constante aprimoramento. A continuar por essa rota a malha aérea brasileira continuará sofrendo em mãos inábeis, amargando receitas negativas que irão reeditar histórias como a Panair, Real, Cruzeiro, Vasp, Transbrasil, Varig e outras que já se ajeitam medrosamente nos poleiros para transpor a cerca do galinheiro.

Não esperem que um simples agente que mal sabe separar um avião do outro, rezando para que o acaso não congestione seu setor, possa dar eficiência, economia, rapidez, e principalmente segurança ao voo. Dele, salvo raras exceções, só se pode esperar o servilismo castrense, pois o seu grau de servidão é que pontuará a ficha de avaliação que o fará “progredir” na carreira.

Não falo em desmilitarização, mas falo sim de uma profissão cuja preocupação basal deveria se fundamentar na busca pela excelência e não por S. Excelência. Ainda que continue sob a batuta militar, não seria interessante rever a estrutura da carreira?

Já usei algumas vezes uma citação que deveria traduzir fielmente o pensamento da Força Aérea Brasileira que diz - “A hierarquia deve existir para definir níveis de decisão, mas nunca para afastar aqueles que vivem sob o mesmo juramento”. Esse pensamento seria uma afronta às autoridades não fosse dito pelo próprio Patrono da Força Aérea, o Marechal do Ar Eduardo Gomes!

Se por um lado a nova Aviação Civil já ensaia seus primeiros passos para fora do ninho, por outro, o ovo galado do ATC/ATM Civil dá mostras de que pode gorar. Sendo assim, enquanto as coisas não acontecem de fato, o melhor a fazer é formalizar parâmetros de segurança que salvaguardem o ATCO das fraquezas do sistema, pois no caso ATC, se observarem, o pinto ainda está dentro... do ovo.
celsobigblog

Cancún quer taxar emissões de avião e navio


Emissões aéreas e marítimas mundiais, um dos temas que mais divide países industrializados e em desenvolvimento nas discussões internacionais sobre um acordo climático, estão na agenda da conferência das Nações Unidas em Cancún. O fato é novidade, pois este tema sequer era comentado em Copenhague, em 2009. Mas alguns, entre eles o Brasil, não gostam do que está sobre a mesa.

Emissões de gases-estufa de aviões e navios respondem por cerca de 5% das emissões mundiais. E estão crescendo. Não há nenhuma regulamentação internacional sobre isso. É fácil entender o motivo: qual país é o responsável por emissões de um voo entre Londres e Nova York? E quem responde pelas emissões sobre o Oceano Atlântico? As emissões de navios com bandeira panamenha, em um porto em Belize, com carga chinesa e rumando para Hamburgo em uma rota cheia de escalas devem ser colocadas na conta de quem?

Foi pela dificuldade de trabalhar com fontes emissoras em movimento que, em 1997, quando o Protocolo de Kyoto foi aprovado, aviões e navios ficaram fora do acordo. Na ocasião, porém, acertou-se que duas agências ligadas à ONU, a Organização Marítima Internacional (OMI) e a Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci) cuidariam do assunto.

"Mas, anos depois, nada realmente aconteceu", critica um funcionário da ONU que conhece bem esse tema. A associação marítima, diz ele, tem uma dezena de propostas em estudo, mas o assunto não decola. Em 2007, na conferência do clima de Báli, os delegados da convenção do clima resolveram retomar o assunto.

O debate amadureceu, mas o tema opõe radicalmente países industrializados e em desenvolvimento. Em Cancún, uma proposta chilena foi apresentada. Ela menciona que qualquer regulamentação desses dois setores têm que observar o princípio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas, dos países (ou seja, que os industrializados têm que assumir a maior parte da conta) e também o Protocolo de Kyoto.

A novidade é que propõe que as medidas para controlar as emissões (que podem ser taxas de carbono ou um limite para emitir e a comercialização de licenças) envolvam todos os países. A diferença seria feita depois de coletado os recursos de todos, países industrializados e em desenvolvimento. O dinheiro do mundo em desenvolvimento seria devolvido; o dos ricos iria para um fundo, que poderia apoiar projetos de adaptação ou de tecnologias limpas.

"Não me parece possível que esta proposta seja aprovada aqui", adianta um negociador brasileiro. A Europa não gosta da ideia de retornar os recursos. O Brasil não gosta da ideia de ter o mesmo tratamento para industrializados e em desenvolvimento. "Estamos muito longe dos nossos pontos de comércio", destaca um negociador brasileiro.

Não é só isso. O Brasil teme que este tipo de regulamentação abra um precedente perigoso - a chamada abordagem setorial, que os japoneses sempre defenderam. Ou seja, no futuro, por exemplo, o setor de cimento ou siderúrgico poderia sofrer o mesmo tipo de taxação, independentemente do país onde estão as empresas.

"As emissões de aviões e de navios são únicas, não ocorrem apenas em territórios nacionais", diz um observador próximo a este debate. "O caso do cimento ou das siderúrgicas é bem diferente."

A Europa pressiona para que este assunto tenha regras e possa engrossar seus mercados de carbono. No relatório dos especialistas convocados pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para encontrar novas fontes de recursos que possam bancar os desafios climáticos, emissões aéreas e marítimas são peça fundamental.

No caso da navegação, o peso dos combustíveis não é um componente tão fundamental, mas, para a aviação, a equação é bem diferente. "Esta pode ser uma grande oportunidade para os biocombustíveis brasileiros", comenta um especialista europeu.

"Começam a aparecer oportunidades de destravar este ponto da negociação do clima e, neste sentido, o que for decidido em Cancún pode ser um grande avanço", comenta Mark Luttes, coordenador da política de finanças do WWF International. "A proposta chilena trata de uma maneira diferente o jeito de encontrar recursos para financiar ações em países em desenvolvimento."

Fonte: Valor Econômico/Daniela Chiaretti | De Cancún

portos e navios

Groundforce: Trabalhadores de terra da TAP entregam pré-aviso de greve para 24 e 29 de dezembro


Lisboa, 08 dez (Lusa) - Quatro sindicatos que representam os trabalhadores de terra da TAP entregaram um pré-aviso de greve para os dias 24 e 29 de dezembro, com o objetivo de "inverter" a tentativa de despedimento coletivo dos trabalhadores de Faro.

De acordo com o pré-aviso de greve, a paralisação decorrerá entre as 00:00 e as 24:00 do dia 23 de dezembro e entre as 21:00 e as 24:00 do dia 22 e as 00:00 e as 03:00 do dia 24, nestes dois últimos casos apenas para os trabalhadores que deviam entrar ou sair de serviço nestes períodos.

No dia 29 de dezembro, a greve decorrerá entre as 00:00 e as 24:00.

sapo pt

Duas aeronaves russas Il-38 ASW interrompem exercícios militares entre EUA e Japão

Uma aeronave de guerra anti-submarina Il-38 May da Força Aérea Russa. (Foto: Vitaliy Ankov / RIA Novosti)

Um exercício militar conjunto entre os Estados Unidos e o Japão que está sendo realizado no Mar do Japão foi suspenso quando duas aeronaves de guerra anti-submarina russas Il-38 “May” voaram sobre a área, informou nessa quarta-feira o canal japonês NHK citando o ministério da defesa japonês.

Os exercícios bi-anuais Keen Sword foram suspensos devido ao receio que as aeronaves russas pudessem obter dados ultra-secretos, informou o canal de televisão.

Cerca de 34.000 militares japoneses, com 40 navios de guerra e 250 aeronaves juntaram-se a cerca de 10.000 soldados norte americanos com 20 embarcações militares e 150 aeronaves para participar dos exercícios no Mar do Japão, na costa da ilha de Okinawa.

A agenda dos exercícios, o qual deve continuar até o dia 10 de dezemebro, inclui missões de defesa aérea e mísseis integrada, base de segurança, apoio aéreo aproximado, disparo real, defesa marítima e busca e salvamento.

Fonte: RIA Novosti –

Cavok

Em 1944, era criado o Dia Internacional da Aviação Civil

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Ontem , 7 de dezembro, a aviação civil brasileira comemorou o 66º aniversário da convenção que precedeu a OACI, a única agência da ONU que, até hoje, regula, coordena e aperfeiçoa o transporte aéreo mundial. Nessa data, era criado o Dia Internacional da Aviação Civil.
O ano de 1944 marcou, em Chicago, a assinatura da CACI (Convenção sobre Aviação Civil Internacional), que daria origem à OACI (Organização da Aviação Civil Internacional). No entanto, somente meio século depois é que a ONU transformou a data em Dia Internacional da Aviação Civil.
O principal complexo aeroespacial da América Latina, instalado em São José dos Campos, tem dois especialistas no assunto: Mário Renó e José Tasseto. A dupla trabalhou por mais de 25 anos na Embraer, terceira maior maior indústria aeronáutica do mundo.
Hoje, Rennó e Tasseto não só pilotam juntos a primeira escola para comissários de bordo do principal complexo aeroespacial da América Latina, como também formam técnicos em manutenção aeronáutica com o aval da agência que representa a OACI no Brasil, a ANAC.
Sobre a TAS
A TAS, sediada em São José dos Campos é uma escola idealizada por Mário Renó e José Tasseto para a formação de comissários de voo. Segundo “A maioria das pessoas costuma chamá-los de comissários de bordo, comissários ou aeromoças”. A escola existe há mais de 14 anos e é a primeira de aviação em São José dos Campos-SP.
Segundo os fundadores, o lugar não foi escolhido por acaso. São José é reconhecida como capital do avião, pólo tecnológico do Estado de São Paulo.
Durante o curso, as turmas têm aulas de direito aeronáutico, segurança de vôo, medicina aeroespacial e primeiros socorros, por exemplo. Além de treinos de combate ao fogo e sobrevivência na selva.
Para se matricular, basta ter pelo menos 18 anos e o 2º grau completo. O curso é homologado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação) e cadastrado no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura). A TAS também é homologada na Austrália, na Espanha e em Portugal.
agoravale

Assista: Um passeio por Nova Iorque com um avião de controle remoto

O Team Black Sheep, um grupo de pessoas que fazem justamente isto, aviões a controle remoto, decidiu passear com um destes aparelhos por toda a cidade de Nova Iorque com uma câmera.

O pequeno aeromodelo chamado Ritewing Zephyr, é capaz de voar até 150 quilômetros por hora e de acordo às instruções para criar um Zephyr como o utilizado no video, a pequena nave é capaz de:


  • Voar entre 25 e 40 minutos
  • Uma distância de controle entre 20 a 30 quilômetros
  • Uma altitude máxima de 4500 metros
  • Uma velocidade de cruzeiro de 60 quilômetros por hora
  • Uma velocidade WOT de 150 quilômetros por hora

As tomadas de vídeo ficaram realmente incríveis, mas o que achei muito impressionante é que que possam circular próximo da Estátua da Liberdade sem levantar nenhum alarme antiterrorista.

metamorfose digital

Novo aeroporto de El Dorado pronto em 2014

Notícias da Colômbia - El Dorado

A Construção do principal aeroporto da Colômbia o El Dorado, em Bogotá está previsto para ser concluído em 2014.

Juan Pulido gerente de OPAIN, empresa que administra o aeroporto, disse que na sexta-feira que vários acordos já foram assinados para acelerar a construção do novo terminal.

O velho El Dorado será demolido para que o novo aeroporto seja capaz de lidar com o tráfego aéreo do país, Juan Pulido acrescentou.

Sorocaba mantém tradição de formar pilotos


As recentes crises aéreas que afetaram os aeroportos brasileiros apontam o que deve ser um dos grandes nós da aviação comercial nos próximos anos: a falta de tripulação formada e preparada para preencher as vagas e dar conta da demanda gerada pelo crescimento do transporte aéreo. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estima que seriam necessários mais de 100 novos pilotos ao ano, além dos que já atuam, para que o caos não se instale nas salas de embarque. Somente Sorocaba, com seu aeroclube, formou até novembro deste ano 59 destes profissionais, mas que representam apenas 30% do total de alunos que ingressam nas aulas. O alto custo da formação - no mínimo R$ 40 mil, em cursos particulares - acaba inibindo muita gente que tem o sonho de pilotar um avião.


Em Sorocaba foram formados 59 pilotos somente neste ano.


Mas números de quem desiste são bem maioresAs projeções da Anac levam em conta não somente o volume atual de tráfego aéreo no Brasil, mas eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que devem aumentar em muito estes índices. Desde 2008, o transporte por avião cresceu 27% ao ano, enquanto o volume de licenças de novos pilotos, emitidas pelo órgão federal, caiu pela metade. Somente em 2010, segundo dados das quatro maiores companhias aéreas que atuam no País - Tam, Gol, Azul e Webjet - pelo menos 40 novos aviões passaram a fazer parte da frota aérea brasileira. Para conduzi-los seriam necessários, no mínimo, 200 novos profissionais - cinco para cada aeronave.

Porém, no mesmo período, a Anac emitiu 192 licenças para piloto de linha aérea. Essa demanda é sentida pelos que atuam no mercado, que lembram bem os tempos em que conseguir um espaço numa companhia aérea de porte era algo muito difícil. “Na época em que eu comecei, achei que levaria a vida inteira para arrumar um emprego. No auge da crise das companhias aéreas, todo mundo que estava bem acabou caindo. Hoje é o contrário: todo mundo está subindo na carreira”, contou o instrutor Rodrigo Moraes Toscano, de 29 anos, que atua na formação de novos pilotos no aeroclube e na aviação executiva.

Fundado na década de 40, o Aeroclube de Sorocaba continua atraindo alunos de todo o País por sua tradição e as boas condições climáticas da cidade, que favorecem o voo em períodos durante os quais, em outras regiões, é impossível dar andamento às aulas práticas. A média de 50 novas habilitações por ano se mantém: 59 este ano e 55 em 2009. Os números, que sozinhos já representam 50% do que a Anac considera ideal para suprir a demanda de mercado, poderiam ser ainda melhores se cerca de 70% dos ingressantes não desistissem no meio do curso.

Apesar da exigência de muito estudo e dedicação, a falta de dinheiro ainda é o principal motivo do abandono da formação. “Muita gente trabalha durante a semana para fazer os voos só no final de semana. Daí o tempo está ruim, as aulas não acontecem, e a formação atrasa. Muitos desistem porque não conseguem pagar. Infelizmente, só quem tem grana consegue voar”, admitiu Toscano. Segundo o instrutor, a Anac ensaiou alguns embriões de projetos de concessão de bolsa para formação de pilotos, porém ainda sem sucesso.

Quem persiste tem conseguido bons resultados. É o caso do piloto Marcelo Ferreira, de 40 anos, formado em Sorocaba, que em janeiro passa a fazer parte da tripulação da Gol. “Acreditei naquilo que ouvia desde 2004: vai faltar piloto”, contou ele, que atua como instrutor e examinador da Anac no aeroclube. Porém, a partir de 2011, sua dedicação será exclusiva à nova função. “Sempre quis ser piloto”. Seis anos depois de sua formação, diz que o alto investimento valeu a pena. “O desafio agora é me manter com esse emprego. O mercado está muito aberto e antigamente, para mim, chegar a uma companhia aérea já era algo impossível. Agora é aproveitar a intenção da empresa de transformar seus co-pilotos em comandantes”. Para isso, é necessário o acúmulo de cerca de 15 anos de trabalho na aviação comercial - incluindo treinamentos e atualizações profissionais.

Disciplina e investimento

Para ser piloto o candidato precisa, antes de tudo, passar por um rigoroso teste de saúde, que mede a acuidade visual, condições de audição e a existência de doenças - como aneurismas, epilepsia e até diabetes - que possam, de alguma forma, atrapalhar o desempenho do piloto à frente de uma aeronave. “Muita gente começa o curso teórico e depois vai fazer o teste de saúde e não passa”, conta Toscano. A atualização dessa avaliação será exigida do piloto - assim como acontece com os portadores de carteira de habilitação - durante toda sua vida profissional.

Depois desta etapa seguem-se um curso teórico, com duração de cerca de quatro meses, e um mínimo de 35 horas de voo para formação como piloto privado - tudo avaliado por meio de testes com instrutores credenciados pela Anac. Para seguir a formação e se tornar piloto comercial o aluno precisa passar por nova avaliação médica, novo curso teórico e acumular, no mínimo, 150 horas de voo. A formação total - que garante a capacitação de operar em taxi-aéreo, como piloto particular ou para concorrer a uma vaga numa empresa aérea comercial - não sai por menos de R$ 40 mil e dificilmente é completada antes de dois anos de estudo. “É um investimento como o de uma faculdade. Porém, hoje em dia, conseguimos ter o retorno deste dinheiro com nosso trabalho”, opinou o instrutor Toscano.

Não somente a demanda aumentou mas as exigências para conquistar uma vaga de co-piloto numa companhia aérea comercial - cargo que é colocado à disposição para novos contratados - também diminuíram. “Algumas não exigem sequer inglês fluente e aceitam, ao invés das 1500 horas de voo, cerca de 800. Mas o manual da aeronave é enorme, todo em inglês. Ou seja, quem sabe a língua, ou tem uma faculdade, é um diferencial”.

Mais mercado

Um dos motivos que também contribui para a falta de pilotos nas companhias aéreas é a opção, de muitos, pela atuação na área executiva. “Se ganha mais e se trabalha bem menos. Hoje, quem tem dinheiro está comprando avião”, falou Toscano. Porém, apesar das projeções positivas, o instrutor deixa claro que não dá para investir na carreira sem gostar. “É uma coisa que se tem paixão desde criança. Se não for assim, o aluno não consegue aguentar tanto estudo. (com Nataly Costa/Agência Estado).

jornal cruzeiro do sul

Aeroporto de Manaus fecha após pneu de avião estourar


O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, permaneceu fechado por quase sete horas nesta quarta-feira após o estouro de um pneu de um cargueiro da Varig Log, durante a manobra de decolagem da aeronave.

O avião, que seguia para Guarulhos, na Grande São Paulo, apresentou o problema por volta de 8h30 da manhã e transportava apenas dois tripulantes, que não apresentaram ferimentos. Somente às 15h30 a situação foi normalizada e o aeroporto foi liberado para pousos e decolagens.

Os voos que deveriam chegar a Manaus durante o período em que o aeroporto permaneceu fechado foram transferidos para outras cidades perto da capital amazonense.

terra

TAM realiza concurso que dará o novo DVD de Ivete Sangalo


A TAM Linhas Aéreas dará 300 cópias de uma edição especial e limitada do DVD “Multishow ao Vivo – Ivete Sangalo no Madison Square Garden” para os autores das melhores respostas à pergunta: “Por que o DVD da Ivete vai trazer ainda mais energia positiva para você em 2011?”. As inscrições para o concurso cultural “Ano Novo em Ritmo de Ivete Sangalo” já estão abertas e os interessados em concorrer devem enviar suas frases até 29 de dezembro pelo site www.tam.com.br/promocoes. Os vencedores serão anunciados no dia 17 de janeiro de 2011.

A edição especial e limitada do DVD que será distribuída com exclusividade pela TAM, além do conteúdo do disco disponível nas lojas, terá cenas exclusivas dos bastidores do show.

O concurso também premiará as 50 melhores frases enviadas por agentes de viagem. As inscrições dos profissionais do setor devem ser feitas pelo site www.tam.com.br/trade, no mesmo período mencionado acima.

brasilturis

Abertura de capital da Infraero deve sair em um ano, diz diretor


RIO - O processo de abertura de capital da Infraero deverá levar de um ano a um ano e meio. De acordo com o diretor de Engenharia e Meio Ambiente da empresa, Jaime Parreira, o lançamento de ações em Bolsa é uma meta a ser atingida.

"Abrir o capital da Infraero é uma meta. Não é só fazer mais aporte de capital, mas uma metodologia de governança diferente, para que seja mais eficiente", disse.

O que pesa contra a abertura de capital, de acordo com o diretor, são os prazos para os investimentos que precisam ser realizados para criar a infraestrutura necessária para a Copa do Mundo de 2014. Por isso, a Infraero não vai esperar para começar as obras.

De acordo com Parreira, os recursos para essas obras já estão garantidos. Os recursos próprios da Infraero vão representar 60% do capital necessário, e os outros 40% serão provenientes de um aporte de capital da União na Infraero.

Por outro lado, o que pesa a favor da abertura de capital é a possibilidade de deixar de lado o modelo estatal de contratação de obras, mesmo sendo mantido o modelo de licitações.

o globo

Pantanal lança voo entre Juiz de Fora e Cabo Frio


A Pantanal Linhas Aéreas começa a operar no próximo dia 17 voos regulares entre Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, e Cabo Frio, no litoral do Rio de Janeiro. A rota, porém, estará em operação apenas no período de férias, até 14 de março de 2011.

Nesse período, os voos serão operados às sextas, sábados e domingos pela aeronave ATR-42, com capacidade para 45 passageiros. A rota também vai possibilitar conexões imediatas para o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Hoje, a viagem de carro entre Juiz de Fora e Cabo Frio dura cerca de 5 horas. Em períodos de grandes congestionamentos, como no verão, a viagem pode durar até 12 horas. A demora deve-se, sobretudo, aos trechos de serra na ligação entre as duas cidades. De avião, será possível chegar ao destino em 50 minutos.

As passagens para a nova rota já estão disponíveis para venda no site da Pantanal (www.voepantanal.com.br). A tarifa mais baixa disponível para o trecho entre Juiz de Fora e Cabo Frio é de R$ 99.
estadão

Com impasse dos caças, FAB teme apagão


Adiamento da decisão do governo sobre a compra dos aviões, ocorrida anteontem, surpreendeu concorrentes

Aposentadoria de caças Mirage-2000 pode fazer com que Defesa compre de emergência aviões para cobrir buraco

Igor Gielow

O adiamento na decisão sobre a compra dos novos caças da FAB (Força Aérea Brasileira), agora nas mãos da presidente eleita, Dilma Rousseff, trouxe de volta aos militares o temor de um apagão no sistema de defesa aérea do país.

Entre os concorrentes da disputa, houve surpresa com o resultado da reunião entre a presidente eleita e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ocorrida anteontem.

Já entre brigadeiros, além da decepção de ver o enredo que se arrasta desde 2001 sem desfecho, a Folha apurou que há a preocupação com a aposentadoria dos 12 Mirage-2000 que compõem a primeira linha de defesa do núcleo do poder do país.

Baseados em Anápolis (GO), os caças já haviam sido comprados como solução-tampão em 2005, quando a primeira concorrência para adquirir novos aviões foi cancelada pelo governo Lula.

Eles deverão parar de voar a partir de 2014 e, mesmo que o novo modelo esteja escolhido em 2011, dificilmente voará antes de 2015.

Aí surgem as mesmas opções anteriores para evitar o apagão: a compra emergencial de aviões para tapar buraco e a intensificação do uso das versões modernizadas do F-5, aviões da década de 1970 que ganharam recheio eletrônico novo e são elogiados.

Blog do Noblat

EMBRAER realiza entrega de aeronave no Oriente Médio


A Embraer entregou hoje o primeiro jato executivo Lineage 1000, da categoria ultra-large, à companhia de fretamento VIP Falcon Aviation Services (FAS), de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos (EAU).

A cerimônia de entrega foi realizada na exposição estática do Middle East Business Aviation (MEBA), que ocorre no Aeroporto Internacional de Dubai. Este é o primeiro dos dois jatos Lineage 1000 encomendados pela FAS, em novembro de 2007, no Dubai Air Show, juntamente com um pedido para outros jatos executivos da Embraer.
brasilturis

Tripulação do avião angolano já está sendo interrogada


Até às 17 horas de ontem, eram quinze as denúncias registadas pela PSP relativamente a danos causados pela queda de peças de avião que teve lugar em Almada, na segunda-feira de manhã. A PSP tem estado a recolher os pedaços metálicos do motor, que ficarão apreendidos até que o GPIAA (Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves) os solicite para análise, no âmbito da investigação que já está a decorrer e permitirá apurar as causas da desagregação das peças.

O GPIAA já começou a recolher os testemunhos da tripulação e está neste momento a aguardar a chegada dos membros estrangeiros da comissão de investigação, que deverá estar completa até quinta-feira.

Assim que a comissão estiver reunida, começarão a ser analisados os fragmentos recolhidos, para averiguar a relação com o Boeing 777 da TAAG - Linhas Aéreas de Angola, e o motor será recolhido para análise. "Ao que parece, é o motor que está estragado, pelo que a aeronave não deverá ficar retida muito tempo", explica Fernando Reis, director da GPIAA.

"Os aviões foram feitos para andar no ar, e é um prejuízo enorme ter um parado", pelo que o avião será libertado logo que possível. Para já, continuará retido no Aeroporto da Portela.

O director do GPIAA não consegue adiantar qual o número exacto de investigadores que estarão envolvidos na operação, mas fala em "poucas dezenas". Fernando Reis já nomeou os quatro representantes portugueses, o responsável pela investigação e três peritos. De Angola chegarão os representantes do Estado de registo da aeronave, que é também o país de origem do operador, e dos Estados Unidos da América os representantes do Estado onde o avião foi desenhado e fabricado.


Foto do avião que perdeu peças sobre Almada(foto João Toste)

Cabe assim ao Estado português realizar a investigação. "A recolha dos fragmentos tem sido feita pela PSP, uma vez que estão na via pública e o incidente envolveu danos a terceiros de que é preciso fazer queixa", esclarece Fernando Reis. O que significa que os fragmentos estarão envolvidos em dois processos: a investigação aeronáutica e a investigação do Ministério Público, para ressarcimento dos danos.

A Comissão vai analisar também a informação proveniente da operadora, as suas comunicações e o relatório da peritagem às gravações da caixa negra do avião, feito por um laboratório estrangeiro. Um processo que poderá levar vários meses, "mas à partida não será muito complexo", acredita Fernando Reis.

O relatório preliminar da comissão de investigação deverá estar pronto dentro de um mês e dará conta de factos, essencialmente. Para já ainda não se sabe qual foi a causa do incidente.

Serão tidos em conta factores materiais, nomeadamente o estado do motor, ambientais, relacionados com a possível existência de pássaros, chuva ou granizo, e humanos, que têm que ver com os testemunhos de pilotos, mecânicos ou outros técnicos. Quem o resume é o vice-presidente da APPLA (Associação Portuguesa de Pilotos de Linha Aérea) José Cruz dos Santos, que classifica o fenómeno de ontem como "extraordinário".

"É feita uma manutenção extremamente rigorosa para detectar qualquer falha antes de causar algum dano. São feitas inspecções diárias, de 72 horas, inspecções semanais, mensais e plurianuais", sendo que quanto mais espaçadas são as inspecções mais "profundas". "Nas inspecções plurianuais, o avião é todo descascado por dentro", assegura o comandante. "O avião é praticamente todo desmontado."

Para José Cruz dos Santos, não é este acidente que vem lançar uma sombra sobre o meio de transporte que continua a considerar o mais seguro do mundo, sublinhando o facto de o piloto ter sido capaz de aterrar o avião normalmente apenas com um motor a funcionar. "Os pilotos treinam regularmente em simuladores, porque estas coisas acontecem quando menos se espera e não há tempo para grandes considerações."

O momento de aproximação à pista é considerado de maior risco, mas ainda assim os especialistas ouvidos pelo DN não consideram que a localização do aeroporto dentro da zona urbana potencie fenómenos deste género. Porque "as cidades crescem", resume Fernando Reis, director do GPIAA. Mesmo que no momento de construção o aeroporto esteja isolado, "rapidamente ficará rodeado de edifícios", completa José Cruz dos Santos, da APPLA.

Além de que "o avião pode cair em cima de uma cidade, mesmo ficando no meio do nada", pois sobrevoa povoações, acrescenta Fernando Reis.

dn portugal

Decola a luta contra o câncer



Toda pintada de cor-de-rosa, a aeronave da empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras – que desenvolveu o projeto em parceria com a Embraer e a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) – foi ovacionada em sua aterrissagem no Aeroporto Salgado Filho, na Capital.

A cor, que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama, ficará três anos estampada no jato Embraer 195 batizado de Rosa e Azul e que também é operado por uma tripulação composta exclusivamente por mulheres, todas uniformizadas, e no mesmo tom.

Concebida durante um encontro informal em maio, na Capital, entre a presidente do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama) e da Femama, Maira Caleffi, e o diretor de Comunicação e Marca da Azul, Gianfranco Beting, a ideia também foi acolhida pela Embraer.

A empresa abriu mão dos custos para pintar de rosa a 25ª aeronave da Azul.

Com a união de Azul, Embraer e Femama, surgiu a Semana Rosa e Azul, com ações que ocorrem desde segunda-feira e se encerram dia 14 de dezembro.

Aeroportos de 11 municípios receberão a ação: Rio de Janeiro, Campinas, Vitória, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza, Campo Grande, Brasília, São Luiz e Belo Horizonte.

Em cada cidade que o avião aterissar nesse período, haverá uma equipe formada por entidades locais ligadas à Femama distribuindo folhetos explicativos e realizando palestras abertas ao público sobre como prevenir a doença por meio do autocuidado.

Após o dia 14, o veículo será utilizado para voos comerciais.

– Venci quatro vezes o câncer de mama e continuo em tratamento. Só consegui sobreviver porque me cuidava e detectei a doença no início. Sei da importância da conscientização – conta a voluntária Zulmira Romero, 58 anos, emocionada com o gesto que uniu a iniciativa privada e a campanha.
pioneiro

TAAG não confirma perda de peças do avião que aterrissou de emergência



Avião da TAAG que perdeu peças sobre Almada (foto Rui Guerreiro)A companhia aérea

angolana não confirma que as peças de avião que hoje caíram em Almada sejam do Boeing 777 da TAAG que, ao início da tarde, aterrou de emergência em Lisboa.

No entanto, a empresa garante em comunicado que, caso se confirme, assumirá as responsabilidades pelos danos causados.

A TAAG confirma que este avião das Linhas Aéreas de Angola, com 125 passageiros a bordo, regressou de emergência ao aeroporto da Portela, em Lisboa, cerca de 40 minutos depois de ter descolado. O comandante da aeronave sentiu uma vibração no reactor direito do aparelho e optou por aterrar. O responsável da TAAG em Lisboa acrescenta que o Boeing 777 tem três anos de idade.

Sabe-se também que os peritos do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) estão a analisar o avião e que a companhia aérea está reunida com as autoridades aeronáuticas portuguesas.

Em Almada, fonte oficial da PSP diz que as peças de avião que caíram causaram danos em duas viaturas e na clarabóia de um prédio. Não foram registados feridos.

De recordar que a TAAG esteve na “lista negra” da União Europeia entre 2007 e Março de 2010, impedida de voar para o espaço aéreo dos “27”. Desde essa data, a companhia angolana tem autorização para voar de e para Lisboa, mas com fortes restrições e apenas com aviões específicos.

renascença

Mais duas companhias aéreas participarão da rede Star Alliance



A Star Alliance está expandindo sua presença na América Latina, após a aprovação por unanimidade pelo seu Conselho Executivo (CEB), aceitaram a Avianca, TACA e a Copa Airlines como futuro membro companhias aéreas.

Inscrições abertas para o Curso de Especialização em Segurança de Aviação do ITA



O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) já abriu inscrições para as turmas de 2011 do Curso de Especialização em Segurança de Aviação e Aeronavegabilidade Continuada – PE Safety. O prazo para se inscrever termina em janeiro de 2011. Já os Exames de Admissão ocorrem no período de dezembro de 2010 e janeiro de 2011.

Existem duas linhas de pesquisa oferecidas: Engenharia Aeronáutica e Segurança de Sistemas Aeronáuticos e Sistema de Gestão de Segurança de Aviação. O primeiro engloba Fundamentos de Engenharia Aeronáutica, Certificação Aeronáutica, Confiabilidade e Segurança de Sistemas de Aeronaves, Manutenção de Sistemas Aeronáuticos. O segundo apresenta as disciplinas Segurança Operacional de Voo, Gerenciamento de Crises de Planejamento de Contingências, Responsabilidade Civil e Aspectos Legais em Segurança de Aviação e Contratos em Aviação, Medicina Aeroespacial, Ambiente de Negócios em Aviação: uma Perspectiva Estratégica, Aviation Safety Management Systems (opcional), Human Factors in Aviation Safety (opcional). As disciplinas complementares, Metodologia do Trabalho Científico e Trabalho de Conclusão de Curso, fazem parte de ambas linhas de pesquisa.

Estes cursos de especialização serão oferecidos em São José dos Campos, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. O público-alvo dos cursos são profissionais com curso universitário que atuam no setor de aviação e que desejam sistematizar e ampliar seus conhecimentos relacionados à segurança de aviação e à aeronavegabilidade continuada em nível de especialização, preparando-se para enfrentar os desafios e responsabilidades associados ao estabelecimento e implementação de uma sólida cultura nessas áreas do conhecimento.

De acordo com o coordenador do Mestrado Profissional em Segurança de Aviação e Aeronavegabilidade Continuada, professor Donizetti de Andrade, "em termos institucionais, a formação oferecida por este programa é direcionada a recursos humanos envolvidos com o CENIPA (FFAA, Forças Auxiliares, Polícias Militares, Polícias Civis e Bombeiros Militares dos Estados), ANAC, AEB e demais agências, INFRAERO, fabricantes aeronáuticos, empresas aéreas, sonhadores e aficcionados com a atividade aérea, bacharéis em Ciências Aeronáuticas e em Aviação Civil".

Condições para Inscrição e Documentação Exigida
Para se inscrever, basta preencher e digitalizar Ficha de Inscrição, que pode ser acessada através do seguinte link http://ita.gestaodecursoseeventos.com.br/CAE/ e enviar para o email suporte.extensão@fundep.ufmg.br.

Os documentos a seguir devem ser entregues pessoalmente ou pelo Correio na Secretaria do PE-Safety (DCTA-ITA, Divisão de Engenharia Aeronáutica, Sala 2408, Praça Marechal Eduardo Gomes, 50, Vila das Acácias, 12228-900, São José dos Campos, SP), ou via fax (12) 3947-6984:

- Currículo detalhado (incluindo dados pessoais, formação acadêmica e experiência profissional)
- Carta de apresentação pessoal
- Cópia do Diploma do Curso de Graduação
- Cópia do Histórico Escolar do Curso de Graduação
- Cópia do RG
- Cópia do CIC
- Duas fotos 3x4 recentes.

Inscrição e mais informações:

http://www.aer.ita.br/node/513
Aline de Souza Arrojo: (12) 9188-9236
Tânia Maria Rachnik Rennó: (12) 9191-7573

sdministradores

Militares não se opõem à compra de caças Rafale


A esta coluna, um ex-ministro da Aeronáutica afirmou que o único ponto errado na licitação dos caças foi a revelação abrupta de Lula, com o processo ainda aberto, de que o Brasil preferia o modelo francês Rafale. No resto, segundo a fonte, está tudo certo. Disse ele: "Visitei diversos países como ministro e comentei que, no Brasil, criava-se comissão com engenheiros de elite, oficiais renomados e, no fundo, para minha decepção, a decisão era política. Ouvi de todos os ministros, de outros países, resposta igual. Todos disseram que a comissão é apenas para parecer que a decisão será técnica. Em 100% dos casos, a compra de itens militares é política, de revólveres a porta-aviões."

Com isso, a fonte diz que ele, e muitos colegas seus da elite da Aeronáutica, aprovam a opção brasileira pelo avião francês Rafale. Além disso, cita que o avião sueco N-Gripen jamais foi produzido em escala industrial e só dispõe de um modelo para exibição mundial; além disso, tem uma dependência, pois conta com muitas peças norte-americanas. Um detalhe é que o "N" quer dizer "Navy" (Marinha) o que não chega a ser um item favorável, na visão do pessoal da Aeronáutica. A tecnologia norte-americana, sem a menor dúvida, é a mais evoluída, mas Washington sequer promete a mais leve transferência de conhecimentos. Lembrou a fonte o caso de aviões vendidos para o Chile, em que as peças de reposição ficavam nos Estados Unidos, o que é inadmissível, pois deixa o país comprador de mãos atadas.

Em relação à França, observa a fonte que, por não ter mais a menor pretensão a potência hegemônica, o país europeu oferece como atrativo alguma transferência de tecnologia, o que interessa ao Brasil. Sobre isso, comenta:

- Na verdade, ninguém transfere tecnologia de boa vontade. No processo de produção, cabe aos engenheiros nacionais absorverem o máximo que puderem. Nenhum país do mundo cede tecnologia com um sorriso nos lábios nem entrega xerox dos seus estudos. Há que se arrancar cada informação, no dia-a-dia.

Ainda na área bélica, um engenheiro naval diz à coluna que a francesa DCNS e a brasileira Odebrecht vão se defrontar com um problema no estaleiro de Itaguaí (RJ) - onde serão construídos quatro submarinos convencionais e um quinto apto a receber motor a propulsão nuclear, a ser desenvolvido pela Marinha do Brasil. É que em frente ao estaleiro há uma enorme pedra submersa, chamada de "Pão de Açúcar", que exigirá muito trabalho e dinheiro para ser dinamitada. Sobre submarinos, fontes militares afirmam que um dia o Brasil poderá voltar à linha alemã, pois a qualidade é alta e o preço é inferior ao cobrado pelos franceses.



Invasão de "supplies"

Fontes empresariais manifestam à coluna uma forte preocupação. Afirmam que a demanda por barcos de apoio a plataformas - os supply-boats - é intensa, mas a Petrobras tem imposto um regime moderado de contratação de novas unidades no Brasil. Este ano, foram contratados 40 barcos, quando o mercado esperava 66 unidades.

Com isso, aumenta a entrada de barcos estrangeiros. Os últimos dados indicavam existência de 300 barcos no país, sendo aproximadamente metade nacionais e metade estrangeiros. De acordo com recentes informações, o número de barcos pulou para 350, obviamente com mais barcos estrangeiros, pois um nacional depende de licitação, assinatura de contrato de aluguel com a Petrobras, tempo de construção e incorporação à frota de cada empresa.

Assim, nos últimos meses houve invasão de barcos estrangeiros. A cada ano, o país gasta US$ 1 bilhão para pagar os barcos estrangeiros que operam no Brasil e, com a recente mudança, os valores anuais vão crescer acentuadamente.

A solução seria a adoção de mais rapidez na contratação de barcos no mercado interno. O sistema adotado é o de disputa entre empresas brasileira - inclusive as de capital estrangeiro; depois da escolha, por menor preço, é assinado contrato de oito anos e feita a encomenda ao estaleiro.

Até 2020, estima-se que sejam encomendados 146 barcos, mais 195 unicamente para o pré-sal. O preço médio de um barco de apoio é de US$ 50 milhões, pois tais unidades estão cada dia mais sofisticadas.



Duas visões

Nos jornais, a Refinaria de Manguinhos, no Rio, é citada como envolvida em escândalo da máfia dos combustíveis, com apoio de importantes dirigentes federais. Mas, em informe publicitário, o controlador - o grupo Andrade Magro - apresenta dados divergentes.

Revela que, até 1998, quando estava com o grupo Peixoto de Castro, a empresa valia R$ 25 milhões, e hoje seu valor de mercado atinge R$ 500 milhões. O faturamento, em 2010, deve ser de R$ 1,3 bilhão, mais de três vezes o anterior. De 2008 a 2010, o número de empregados passou de 78 para 379, com previsão de atingir 600 em 2011. O refino de petróleo passou de zero a 3 milhões de barris.



Pela metade

Está de parabéns a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), ao protestar contra a extensão, até 2018, do acréscimo de ICMS que compõe um - assim chamado - Fundo de Combate à Pobreza e Desigualdades Sociais. Criado por Rosinha Garotinho em momento de crise, o fundo - que implica ICMS dois pontos percentuais acima do resto do país - vem sendo constantemente renovado.

Esse diferencial faz com que a carga tributária no Rio, em muitos itens, seja superior à do resto do país, o que tira competitividade a produtos fluminenses. Pena que a Firjan não tenha levantado sua voz contra a idéia de se recriar a CPMF. É que, no caso, o protesto seria contra o Governo Federal. A entidade mobilizou suas baterias apenas na área estadual.



Rápidas

Será realizado nesta quarta-feira, na Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o II Encontro Técnico Brasil-Reino Unido sobre construção sustentável. Empresas inglesas vão apresentar sua evolução em design e construções sustentáveis. O Brasil aderiu à norma ISO 26000, que trata de responsabilidade social *** Comenta-se que o Rio Othon Palace Hotel, situado na Avenida Atlântica, na Zona Sul carioca, estaria à venda *** Será nesta quarta-feira, em São Paulo, a entrega do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ), concedido pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Será feita homenagem ao presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau, e ao membro do Comitê de Gestão do Grupo Suzano, Murilo Passos *** Nobuo Oguri, de 85 anos, ex-diretor da Ishibrás, será homenageado, neste sábado, na Casa da Suíça, por seus alunos, da turma de engenharia naval de 1968 da Escola Nacional de Engenharia (atual UFRJ). Ele merece, pois sempre foi um samurai na defesa da construção naval brasileira *** Nesta semana, executivos da The Walt Disney Company estarão no Norte/Nordeste. De Belém a Salvador, vão oferecer franquias, lançamentos de cinema, oportunidades promocionais e canais de TV. É o lado bom da crise: os ricos têm de vender mundo afora *** O grupo Sonae Sierra, formado por capitais norte-americanos e portugueses, anuncia gasto de R$ 7,5 milhões com promoções de Natal, em seus nove shopping centers. Um evento conjunto vai sortear R$ 1 milhão para um cliente, o que é inédito nesse segmento do comércio varejista *** Nesta quarta-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anuncia que, em 2011, a cidade receberá as lutas do UFC - esporte intenso, mas que tem seus apreciadores *** A bolsa fechou a terça-feira em leve baixa e o dólar, em leve alta.
monitor mercantil

Aeroviários protestam no Aeroporto de Congonhas


Cerca de 40 aeroviários - profissionais que atuam em solo, como mecânicos e nos procedimentos de check-in - protestatam na manhã desta terça-feira no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. A manifestação teve início em frente ao balcão de check-in por volta das 6h30 e só acabou às 9h.

Foto: AE

Aeroviários protestam e pedem 15% de reajuste salarial

Com cartazes e megafones, os funcionários cobraram melhores condições de trabalho e aumento salarial. A categoria, que conta com 20 mil trabalhadores, reivindica 15% de reajuste. Os funcionários das empresas aéreas iniciaram na última quinta-feira a chamada operação padrão, com o objetivo de pressionar por uma negociação.

Atrasos

Após os atrasos atingirem um cada quatro voos nas segunda-feira, a situação é melhor nesta terça-feira. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), dos 670 voos registrados no País até as 9h, 25 (3.7%) tiveram atrasos e 36 (5.4%) foram cancelados. Em Congonhas, das 50 partidas programadas, apenas uma (2%) atrasou e duas (4%) foram canceladas. No Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande SP, três (6.3%) voos atrasaram dos 48 previstos para até as 9h. Não houve cancelamentos.

Boas condições também no Rio Janeiro, onde passageiros enfrentaram diversos transtornos por conta da chuva que atingiu o Estado no fim de semana e prejudicou as operações nos aeroportos de Tom Jobim e Galeão. Mais de 30% dos voos atrasaram ontem. Na manhã desta terça-feira, dos 30 voos programados para o aeroporto do Galeão, um (3.3%) atrasou e dois (6.7%) foram cancelados. A Infraero não registrou nenhum atraso no aeroporto Tom Jobim até as 9h.
ig